sexta-feira, 11 de maio de 2012

São Paulo: Baile da DANÇATA na Sexta


Moacir Castilho
moacircastilho.eventos@yahoo.com.br
escreveu





Baile todas as sextas
Das 22h00 Às 3h00
Todos os Ritmos da Dança de Salão
"Equipe de Personal Dancers"
DJ Drika Coelho
Reservas
3289-8502/9463-3460/3078-1804
Rua Joaquim Floriano, 1063 - Itaim Bibi - São Paulo
Tel. 3078-1804 / www.dancata.art.br




quarta-feira, 9 de maio de 2012

São Paulo: 2MUNDOS


Flavia Fusco
flaviafuscoassessoria@gmail.com
escreveu


A bailarina e atriz Mariana Muniz volta em cartaz com o espetáculo

2MUNDOS
Estreia no dia 12 de maio no Teatro Sérgio Cardoso



Inspirado pelo diálogo entre a LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais),
o silêncio e as intersecções entre movimento e palavra,
o espetáculo 2Mundos é um projeto de dança-teatro dirigido
ao público de ouvintes e não-ouvintes.
Supervisão geral de Eduardo Tolentino de Araújo.


“Mesmo no silêncio e com o silêncio
Dialogamos”
Carlos Drummond de Andrade

2MUNDOS é um projeto de Dança-Teatro inspirado no universo da cultura surda. Ele foi  concebido e realizado pela criadora e intérprete Mariana Munizsob a supervisão geral do diretor Eduardo Tolentino de Araújo. O espetáculo, que estreou em 2011, e volta em cartaz no dia 12  de maio para uma curta temporada no Teatro Sérgio Cardoso.

A dramaturgia do espetáculo é baseada na construção de cenas elaboradas no corpo da bailarina e atriz, que comunicam o universo imaginário, produzido pela pesquisa da relação entre o silêncio e os sentidos simbólicos das linguagens da dança e do teatro, em diálogo com a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).

No contexto social dos surdos, o gesto corporal é a mais importante maneira de comunicação e o espetáculo  faz convergir a LIBRAS com a dança e o teatro, pelos dois aspectos essenciais na elaboração cênica: comunicação e arte.

2MUNDOS é também um projeto que surge do desejo de dialogar artisticamente, ouvindo gestos e movimentos para criar imagens e apreender sons onde o silêncio nos convida a considerar o ato de ler como um modo de ouvir.

“Pensar as artes cênicas nessa intersecção Dança - Teatro nos permitiu olhar para a potência expressiva do gesto. Podemos nos comunicar tranquilamente através da palavra falada, mas quando diante de uma situação limite, de grande tensão ou emoção, as palavras não bastam e gesticulamos; e, assim nos comunicarmos com mais sinceridade em relação ao que pretendemos expressar”, fala Mariana Muniz sobre o espetáculo que dá continuidade à pesquisa da Cia. que leva seu nome sobre as intersecções entre dança e teatro, movimento e palavra, poesia e dança, numa exploração radical da comunicação através do corpo/voz. 

Para a Cia. Mariana Muniz pesquisar uma língua complexa e estruturada como é a LIBRAS, subvertê-la e explorá-la artisticamente em suas possibilidades lexicais e em sua sintaxe, é fazer poesia no espaço e no tempo, buscando algo que sirva como ponte entre o universo de ouvintes e de não ouvintes.



Serviço:

Cia. Mariana Muniz de Teatro e Dança
Apresenta:
2Mundos
Supervisão Geral:
Eduardo Tolentino de Araújo
Concepção, interpretação e dramaturgia:
Mariana Muniz
Direção:
Cláudio Gimenez
Assessoria Técnica em LIBRAS e imagens projetadas:
Carlos Avelino de Arruda Sampaio
Data:  dias  12 , 13, 19 e 20 de maio – sábados e domingos
Horário:  19h
Preço: R$ 15,00 / meia entrada R$ 7,50
Recomendação: Livre
Capacidade: 144 lugares
Duração: 50 minutos
Local: Teatro Sérgio Cardoso
Sala Paschoal Carlos Magno
Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista
Telefone: 11 3373.7220
Horário de funcionamento da bilheteria:
de quarta a domingo, das 15h às 19h.

Ficha Técnica
 

Supervisão Geral:
Eduardo Tolentino de Araújo

Concepção, interpretação e dramaturgia:
Mariana Muniz

Direção:
Cláudio Gimenez

Assessoria Técnica em LIBRAS e imagens projetadas:
Carlos Avelino de Arruda Sampaio

Música Original:
Ricardo Severo

Figurino:
Tânia Marcondes

Iluminação:
Ricardo Bueno

Projeto Gráfico:
Paula Viana

Registro Videográfico:
Osmar Zampieri

Fotos:
Cláudio Gimenez

Assessoria de Imprensa:
Flavia Fusco

Produção:
Cria da Casa (Cybelle Young e Priscila Wille)

Assistente de Produção:
Michelle Karine

Agradecimentos Especiais:
Maria Lúcia Lee, Alexandre de Freitas Guimarães e Carlos Martins e às Estagiárias: Tatiana Saltini e Luzia Bugno.




Cris Fusco
Flavia Fusco Assessoria e Comunicação
11.3083.1250
11.7865.0554
ID 111*65502



São Paulo: LANÇAMENTO DA REVISTA NOVA DANÇA 4


Gisele Calazans
convida


Pessoas queridas, 
nesta próxima quinta-feira, nós Cia Nova Dança 4, 
faremos o lançamento de nossa TRILOGIA  REVISTA

ONDE:  Teatro SESC Pompeia
QUANDO dia 10/05/12, as 21h
e SEXTA, 11/05  voltamos presentar THEEND.
( ULTIMAS APRESENTAÇÕES, DIAS 17/05 E 18/05)

seguem os teasers( vale a pena dar uma olhada!)

Aguardamos vocês, 
bjs






São Paulo: Tango: Série Intensiva de Aulas


Ju Maggioli
escreveu



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terça-feira, 8 de maio de 2012

Rio de Janeiro: O Tempo do Meio


N e Y M o T T a
contato@neymotta.com.br
escreveu

O TEMPO DO MEIO



Trailer de O Tempo do Meio:


A coreógrafa e bailarina Esther Weitzman retorna ao Espaço SESC desta vez apresentando a nova montagem O tempo do meio, que estreia no dia 10 de maio às 21:30h. O trabalho é uma nova abordagem na paixão da coreógrafa por um tema que tem sido recorrente em sua carreira: as implicações, desdobramentos e conflitos da relação humana com o tempo. 

“A composição é tomada pelo movimento dos bailarinos que entregues aos seus gestos nos trazem algo que não conseguimos nomear, movimentos que passam, se transformam e nascem em outra forma, como a encarnação das coisas que se revelam diante de nós e se esvaem sem que possamos fazer nada a respeito. É este o sentimento que move a criação em O tempo do meio. A nova criação apresenta uma trama de acontecimentos que nos remetem a uma diversidade de dinâmicas e sensações do tempo, como passagem e como instante”, comenta Esther Weitzman.

A coreógrafa se baseou na leitura de autores notórios por sua preocupação em compreender o paradoxo da experiência temporal como Proust, Fernando Pessoa, T. S. Elliot e Deleuze para criar as "células de movimento", além de formações de círculos e mandalas, com o intuito de comunicar ao público esse profundo sentimento de transitoriedade.

”No início do trabalho comecei apresentando aos bailarinos uma série de perguntas, frases soltas, letras de música, fragmentos de poemas e verbos que nos remetem as contradições entre o tempo real e o subjetivo. Em seguida, pedi que eles se concentrassem no sentimento gerado por esses elementos para criar as frases coreográficas”, diz Esther. Assim, a pesquisa coreográfica pensa o corpo do bailarino como instrumento de criação orgânica e espontânea: "Meu objetivo é que os bailarinos utilizem o corpo como agente de reflexão ativa. Estou sempre em busca de capturar a passagem do tempo como experiência sensorial.”

O tempo do meio propõe a valorização do movimento como um acontecimento único, inusitado. Cada movimento é atentamente trabalhado para conceber a noção do devir como uma linha, que não se define pela ligação entre pontos, mas que simplesmente aponta para inúmeras direções que são desenhadas no espaço cênico. O movimento como uma flecha poética da expressão da vida.

O espetáculo contém inúmeras imagens e sensações de passagem do tempo. Uma das fontes de inspiração foram as montanhas de Saint Victoire pintadas por Paul Cézanne. Esther usou a palheta do pintor francês como base para o figurino, luz e cenografia.

FICHA TÉCNICA

Concepção, Coreografia e Direção: Esther Weitzman | Bailarinos/Criação: Alexandre Bhering, Frederico Paredes, Mônnica Emilio, Peter Mark e Vandré Vitorino | Colaboração Artística: Alexandre Bhering | Desenho de Luz: José Geraldo Furtado | Cenografia: Leo Bungarten | Figurino: Ticiana Passos | Projeto Gráfico: Flávio Pereira | Fotos: Renato Mangolin | Assessoria de Imprensa: Ney Motta | Assistente de Direção: Joseph Andrade | Organização de Texto: Alessandra Vitória | Operação de Luz: Anderson Ratto e Glauber Carvalho de Mattos | Direção de Produção: Marcelo Cabanas | Produção Executiva: Camila Martins | Realização: Esther Weitzman Cia de Dançawww.estherweitzman.com 

SERVIÇO

O tempo do meio
Concepção, Coreografia e Direção: Esther Weitzman
Intérpretes: Alexandre Bhering, Frederico Paredes, Mônnica Emilio, Peter Mark e Vandré Vitorino.
Sinopse: As implicações, desdobramentos e conflitos da relação humana com o tempo.
Local: Espaço Sesc Mezanino. Rua Domingos Ferreira 160, Copacabana.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira); R$ 5,00 (associados do Sesc) e R$ 10,00 (jovens de até 21 anos, maiores de 60 anos, estudantes e classe artística.
Funcionamento da Bilheteria: De terça a domingo, de 14h às 19h.
Capacidade de público: 100 pessoas
Estreia: 10 de maio, às 21:30h
Temporada: Quinta a Sábado às 21h30 e Domingo às 20h. Até 3 de junho.
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 10 anos.
Duração: 50 minutos

ATENDIMENTO À IMPRENSA

assessoria de imprensa Ney Motta
21 8718-1965 | contato@neymotta.com.br
arte contemporânea comunicação ltda



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Rio de Janeiro: Esther Williams não quer mais nadar


N e Y M o T T a
contato@neymotta.com.br
escreveu

Esther Williams não quer mais nadar



Trailer da peça:

Em um palco ocupado por 40 cadeiras, cada pessoa que compõe o público é acomoda com cuidado, atenção e afeto, pela intérprete Andrea Elias. A partir de então se cria, uma zona de relação, um lugar a partir do qual emerge uma atmosfera de atenção entre os presentes, de reconhecimento do outro, de cuidado e de potência de criação entre os indivíduos. Neste local se cria artificialmente um dentro e um fora, com cadeiras desorganizadas ocupando o centro deste espaço e outras mais periféricas. A partir da distribuição do público a performance transita da cotidianidade ao impulso dançado, que sutilmente constrói uma sequência coreográfica. Assim, o corpo de “Esther” (Andrea Elias) flutua entre o público como num espaço líquido e os impulsos da dança reverberam nos corpos deste mesmo público que passa a ser partner neste jogo coreográfico.

A frase que intitula este trabalho encerra um conflito muito próprio ao indivíduo contemporâneo: aquele que o coloca entre a potência de ser e a potência de não ser. Dizer que um ícone não quer mais executar a ação que o faz ser reconhecido como tal, pode representar um momento de incerteza, de indeterminação, o momento da passagem de uma determinada situação a outra que não se sabe qual é. Tocar este momento de indeterminação, que de algum modo nega uma situação instaurada, representa um momento de fragilidade de alguém que até ali sabia muito bem para onde estava indo e a partir dali não é mais, não quer mais, não deseja mais. Momento este que carece de cuidado, atenção e... afetos.

O espetáculo, que se constitui em um híbrido entre dança, teatro e performance, não pretende fazer um registro biográfico de Esther Williams, mas a partir de um recorte de sua história criar uma metáfora da sua figura para apresentar a experiência física de um corpo que por desejo ou por necessidade descobre outras potências de si na possibilidade do “não”.

SERVIÇO

Esther Williams não quer mais nadar
Criação e interpretação: Andrea Elias
Sinopse: Utilizando a metáfora da atriz nadadora Esther Williams, o espetáculo é um híbrido entre dança, teatro e performance.
Local: SESC Tijuca – Teatro II. Rua Barão de Mesquita 539, Tijuca
Estreia: 10 de maio às 19h
Temporada: 10 até 20 de maio, de 5ª a domingo às 19h
Ingressos: R$ 16 (inteira); R$ 4 (comerciários); R$ 8 (estudantes e maiores de 60 anos).
Capacidade de público: 40 pessoas
Classificação indicativa: Livre
Duração do espetáculo: 60 minutos

ATENDIMENTO À IMPRENSA

assessoria de imprensa Ney Motta



São Paulo: Vamos dançar na segunda com SOCIAL DANCE


Moacir Castilho
moacircastilho.eventos@yahoo.com.br
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